segunda-feira, 11 de julho de 2011

Uma visão colorida em um mundo preto e branco.






Um título para exemplificar como eu tento ver a realidade. Uma triste realidade onde nada é colorido. Essa forma de ver pode incomodar a alguns e despertar um pensamento de hipocrisia:' Como essa garota pode ver alguma coisa colorida em um mundo onde em cada esquina, em qualquer lugar, pode-se encontrar desgraça, fome, desespero e violência'.
Em outros pode-se despertar um pensamento irônico ligado à nova classificação musical: As Bandinhas. Eu adoro algumas bandinhas, as músicas são tão fofas e contagiantes... mas seriam ainda melhores se criticassem um fato marcante ou focassem em algo mais do que uma relação fadada ao término antes mesmo de começar.
Antigamente eu escrevia aleatóriamente neste blog, sem focar em nada senão a minha vida. Agora eu resolvi escrever no blog, ainda aleatóriamente com relação aos assuntos, mas pretendo reter minha atenção em críticas construtivas. Filmes, séries, livros, esportes, hobbies, favoritismo, política ( mesmo tendo que me esforçar muito) e tantos outros assunto que possam ter me cativado.

Nota mental: Postar sempre que preciso.

Y. Monteiro.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

- Shakespeare, William


Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar a alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se,e que companhia nem sempre significa segurança. E começa aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante, com graça de um adulto e não a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair meio em vão. Depois de algum tempo, você aprende que o sol queima, se ficar a ele exposto por muito tempo. E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que, não importam quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo (a) de vez em quando, e você precisa perdoa-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá para o resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos, se compreendermos que os amigos mudam. Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com que você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso, devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm muita influência sobre nós, mas que nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você pode ser. Descobre que leva muito tempo para se chegar aonde está indo, mas que, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer,enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute, quando você cai, é uma das poucas pessoas que o ajudam a levantar-se. Aprende que a maturidade tem mais a ver com tipos de experiências que se teve e o que se aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais de seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes, e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando está com raiva, tem direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama mais do jeito que você quer não significa que esse alguém não o ame com todas as forças, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, e que algumas vezes, você tem que aprender a perdoar a si mesmo. E que, com a mesma severidade com que julga, será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára, para que você junte seus cacos. Aprende que o tempo não é algo que se possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende realmente que pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir mais longe, depois de pensar que não pode mais. E que realmente a vida tem valor diante da vida.''

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Festa Junina,Colégio Futuro Vip.


Nossa, muito tempo sem postar aqui de novo.
Estudar, estudar, estudar ! uu'

sexta-feira, 3 de julho de 2009

quarta-feira, 25 de março de 2009

É isso aí.



E a gente vai levando... Nunca vi dias se arrastarem em um segundo e voarem no outro. Em uma semana eu acho que os dias estão demorando para passar, para na semana seguinte perceber que já foi outro mês.

O nome disso: Muitos. Preocupação, anciedade, estress, vontade. Uma incrível vontade de ser melhor do que já fora em toda uma vida.

E eu vou conseguir.

É isso aí.

Obrigada pela visita.

Y. Monteiro.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Bola pra frente!


Isso, ae, bola pra frente.


Quase não venho mais aqui, tempo curto, paciência longa mas só para os estudos.

Semana sempre super corrida, aula até aos domingos... Mas aí no horário da tarde a gente dá aquela escapulida, só não pode demorar muito.


Novidade: Mais uma página pra visitar: O Meadd ( lado direito, em para conhecimento.)


Vim só pra colocar foto nova... O blog estava precisando ;D


Novidade²: Namorado passou para UFRRJ! *-* Graças a Deus, tudo vai dar certo. Dia 17/03: Um ano e dois meses de namoro! @-@


Boa tarde pessoal, valeu pela visita.


Y. Monteiro.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Meus Amigos.









"Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
[i]E eu poderia suportar,embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos![/i]
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências …
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguirem frente pela vida.
Mas, porque não os procuro comassiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles.Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos nasagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sintaque os adoro, embora não declare e não os procure.E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários,de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente,construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer,eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo!Por isso é que, sem que eles saibam,eu rezo pela vida deles.E me envergonho,porque essa minha prece é,em síntese, dirigida ao meu bem estar.Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.Por vezes, mergulho em pensamentossobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante delugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim,compartilhando daquele prazer …Se alguma coisa me consomee me envelhece é que aroda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo,falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
[b]A gente não faz amigos, reconhece-os[/b]."

Vinícius de Moraes



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

袖のお気に入り












Boa tarde, pessoal.
Quem nunca ouviu, leu e viu algum exemplo de cultura japonesa? Mangás, animes, evetnos e etc? Essa cultura já está por todo Brasil e é aceita, muitas vezes, de bom grado. Divertida, emocionante, 'fofa' e por aí vai.

Hoje eu vou postar os meus mangás prediletos aqui. Espero que gostem. ^^




Sakura Card Captors



Nossa, quem nunca viu a linda e fofa Sakura em sua busca pelas cartas Clow? Ela, seu irmão Toya, seu amável Yukito, sua melhor amiga Tomoyo, seu amigo (futuro amor) Li Shoran. Seus gurdiãos Kerberus ( mais famoso como Keru) e o Yue e o poderoso mago Clow? Essa é uma das histórias mais conhecidas do grupo CLAMP. Esses personagens serão repetidos em outras histórias... OU é mais ou menos assim, uma vez que eles são e não são so mesmos. Pra entender? Só lendo das histórias das CLAMP.



Tsubasa Chronicle.



A jovem princesa Sakura perde sua memória, que se divide em fragmentos e se expalham por vários mundos em universos diferentes. Com a ajuda de Shoran, Senhor Phi e Senhor Kurogane e de uma certa Feitiçeira das Dimensões, procura seus fragmentos pelos universos, viajando com o mokona branco.






XXX Holic.



Um rapaz chamado Kimihiro Watanuki é literalmente atraído para uma loja bem exótica. Uma loja que realiza os desejos de quem a procura, tendo uma dona tão exótica quanto, conhecida como Yuko ou Feitiçeira das Dimensões. Com a ajuda de Watanuki, Maru e Moru, Yuko consegue pôr a sua loja em ordem e beber quanto saquê desejar.


"No tear que tece a nossa vida, não há pontas soltas. Todos os fios estão entremeados entre si e estão revestidos de significados..".


"Todas as coisas deste mundo têm o seu preço.Se você ganha alguma coia, precisa pagar o preço por ela.Não pode pagar nem mais, nem menos. Deve ser um preço justo, sem faltas, nem excesos."



Guerreiras Mágicas - Rayearth



Durante uma excursão escolar à torre de Tóquio, três estudantes: Hikaru Shidou, Umi Ryuzaki , e Fuu Hououji são convocadas pela Princesa Emeralde para salvarem Cephiro.
Ao chegarem lá são recebidas pelo
Mago Clef. Clef conta tudo sobre aquele mundo mágico, e que Princesa Emeralde havia sido raptada pelo sumo-sacerdote Zagato.
As três garotas, foram convocadas para se tornarem Guerreiras Mágicas de Cephiro. Para conseguir isso, Clef deu a cada uma delas uma armadura que evolui conforme seu desempenho e poderes diferentes: Hikaru-Fogo, Umi-Água e Fuu-Vento. Para se tornarem Guerreiras Mágicas, elas precisavam de encontrar Presea, a ferreira de Cephiro. Presea fez para cada uma delas espadas feitas de um mineral lendário chamado Escudo, o único mineral que faz espadas que evoluem e logo após faze-las é morta por um monstro de Ascot. Depois de receberem as espadas feitas por Presea, Hikaru, Umi e Fuu foram atrás de seus respectivos Espíritos (Mashins) (
Rayearth, Selece e Windam, com a ajuda de Mokona, que indicava-lhes o caminho.





Angel Sanctuary.


Seria muito forçado dizer que esse é um dos melhores mangás do mundo? Okay, seria, mas ele é. Setsuna a Sara Mudô são irmãos legítmos, que de fato, sempre se amaram. Isso sempre gerou muita polêmica no coração de ambos e cada um decidiu guardar esse segredo.Ah! Nem tudo é do jeito que nós queremos. Setsuna acaba caindo numa furada sem fim ao descobrir que é a reencarnação da anjo inorgânico Alexiel, irmã gêmea de Rosiel. Um trama sem fim onde a crueldade, o amor e a beleza rolam soltas. Desde a última guerra entre o céu e o inferno, o céu , a terra e todas as camadas do inferno estão comprometidas. Alexiel, Rosiel, Servothate, Raphel, Uriel, Jibrille, Michael, Metraton, Zafikiel... Esses sãos os anjos mais polêmicos do céu. Bem, dizer que os sete satãs são polêmicos seria quase uma ofensa, uma vez que são muito amsi que isso.Belzebu (Gula), Mammon (Avareza), Balbelo (Inveja),Asmodeus (Luxúria), Astarte (Virgem de aço, Condessa da elegância), Astaroth (Preguiça, angústia), Mad Hatter - Belial (Orgulho).


"Não se esqueça, minha princesa. É só chamar, que seu humilde Mad Hatter irá ao seu encontro, em qualquer lugar.Lembre-se de que onde há um Deus, existe um diabo... Assim como onde há luz, haverá trevas. Um coração puro é sempre mais suscetível às trevas, ele tem o sabor mais doce para nós, demônios. As sombras se encatam pela luz, justamente por não conseguirem possuí-la..." - Belial.







Chobits.


Hideki Motosuwa é um rapaz do século XXI que muda-se para Tóquio para estudar e tentar conseguir entrar na Universidade de Tóquio, uma vez que vivia numa fazenda em Hokkaido. Ao chegar a Tóquio vê-se envolvido em um mundo da mais avançada tecnologia: os persocons. Persocons (de Personal Computer) são robôs de "estimação" no universo da Chobits. Podem ser portáteis ou humanos. Através deles, é possível acessar a internet e ler e mandar e-mails . Para que os persocoms façam as coisas (como cozinhar ou fazer compras), é necessário a instalção de um software específico. Caso o usuário não tenha dinheiro, a instalação de um software de aprendizado é uma solução, porém, é preciso ensinar o persocon a fazer as coisas.
Toda as pessoas possuem um persocom e Hideki também deseja ter um, no entanto, falta-lhe dinheiro uma vez que é apenas um estudante. Mas em uma noite na qual Hideki voltava para o seu apartamento, encontrou uma bela persocon no lixo. Como ela parecia estar em perfeitas condições, Hideki levou-a para casa e tentou descobrir como ligá-la.Quando ligou a persocon, ela só sabia dizer "chii" e é por isso que Hideki lhe deu o nome de Chii (lê-se "tchi"). É assim que Hideki vai começar a desvendar os mistérios de Chii, que perdeu toda a sua memória e é possivelmente um Persocon da lendária série Chobits (lenda urbana que se conta sobre persocons com a capacidade de desenvolver uma personalidade e ter sentimentos). Sem contar que na história há muitas confusões em que Chii se mete por ser ingênua e não conhecer quase nada do mundo.




Inuyasha.



InuYasha é um hanyou (meio-youkai), por ser filho de um youkai e de uma humana. Desta forma, os youkais possuem poderes diferenciados. Kagome Higurashi é uma garota japonesa dos tempos atuais e ainda estudante colegial. Certa vez ela descobre uma passagem secreta em um poço de sua casa, que é um templo muito antigo, e volta no tempo, para o Japão feudal, onde encontrou InuYasha.
Kagome, é uma garota comum que mora no Japão, e é puxada por um poço misterioso, perseguida por um monstro, e vai parar no Japão na época Feudal (Sengoku Jidai), em um vilarejo. Lá encontra Kaede, e enquanto conversam, o mostro volta e tenta matar Kagome, e pegar a Jóia das 4 Almas que está em seu corpo, então ela foge para a floresta. Durante a perseguição, ela encontra Inu Yasha (um meio Youkai cachorro) preso a uma árvore por uma flecha que foi lançada por Kikyou (irmã mais velha de Kaede, namorada de Inu Yasha, mas ambos foram enganados, e Inu Yasha que queria se transformar em um humano completo para viver com Kikyou decidiu se tornar um demônio completo, então brigaram). Ele acorda e pede a Kagome para soltá-lo para salvá-la do monstro que a perseguia. Ela o solta, e ele destrói o monstro. Logo tenta matar Kagome também, para pegar a Jóia das 4 Almas, mas Kaede aparece e joga no pescoço de Inu Yasha um rosário, colar, pedindo para que Kagome fale uma palavra espiritual (qualquer palavra), que ela seria a chave para acalmar Inu Yasha. Ela fala "Senta" (osuwari em japonês) inspirada nas orelhas do Youkai, e ele cai no chão. Eles passam a depender um do outro pois Kagome sente a presença dos pedaços da jóia de quatro almas, e Inu Yasha a protege contra os monstros que aparecem no caminho.



Vampire Knight.



A história se passa no Colégio Cross, o qual possui turmas dividas em dois turnos: Day Class e Night Class. Enquanto a primeira é frequentada por humanos comuns, a segunda é constituída exclusivamente por vampiros.Uma das principais regras para o Night Class é que é proibido beber o sangue das pessoas dentro do colégio, para substitui-lo eles tomam pastilhas de sangue.O principal objetivo dessa escola é fazer com que ambas as espécies possam viver tranquilamente na mesma sociedade.Mas antes desse objetivo ser alcançado a maioria dos humanos(incluindo o Day Class)não pode saber da existência dos vampiros. Yuuki Cross, a filha adotiva do diretor, e Zero Kiryuu são os responsáveis de evitar que os alunos normais descubram sobre os vampiros, sendo os monitores da escola. Yuuki não possui memória alguma antes dos cinco anos, a sua memória mais antiga começa numa tempestade de neve quando foi atacada por um vampiro Level E, mas foi salva por outro vampiro chamado Kaname Kuran, que a levou para o colégio Cross onde foi adotada por Kaien, o diretor.Ela também acredita, assim como seu pai, que a maioria dos vampiros são bons e podem conviver amigavelmente com os humanos.Ao contrario de Zero que odeia vampiros,e não acredita nessa convivencia amigavel, pois sua familia foi assasinada por uma vampira, sendo ele o único sobrevivente, e ele ainda foi transformado em um vampiro ex-humano.Ele não gosta e sente muito ciúme de Kaname, pois sabe o que Yuuki sente por ele e também por ele ser um puro-sangue.Kaname também não gosta do Zero, e apenas o mantém vivo porque ele sabe que quando não estiver por perto, ele protegerá Yuuki.Mas ele também sente ciúmes do Zero porque Yuuki deixa que ele beba do seu sangue para que ele não decaia a um Level E(Vampiros que perderam sua consiência e que são dominados pelos instintos).

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Uffa. É pessoal... Ficou MUITO grande. ;D

Obrigada pela visita, e espero que possam ler ou ver algum desse aí em cima, são realmente bons.

Y. Monteiro.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Salgueiro é o caldeirão!



O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval francês para implantar suas novas festas carnavalescas.

Salgueiro:

Última vitória do Salgueiro veio somente em 1993, com um desfile arrebatador, empolgante e inesquecível. As arquibancadas, uníssonas, cantaram o samba que, até hoje, é entoado em quadras, festas e rodas de samba de todo o país.

Em 2006, a escola tentou manter seu espírito inovador levando para a Sapucaí o mundo invisível da ciência com o enredo "Microcosmos: o que os olhos não vêem, o coração sente", dos carnavalescos Renato Lage e Márcia Lávia. Foi a primeira vez em que a escola apostou nesta temática, mas o resultado não foi nada satisfatório: amargou o 11º lugar, a pior posição de sua história

Em 2007:

Majestosa África
Berço dos meus ancestrais
Reflete no espelho da vida
A saga das negras e seus ideais
Mães feiticeiras, donas do destino..
.Senhoras do ventre do mundo
Raiz da criação
Do mito a história
Encanto e beleza
Seduzindo a realeza
Candaces mulheres, guerreiras.
Na luta... Justiça e liberdade
Rainhas soberanas
Florescendo pra eternidade
Novo mundo, novos tempos.
O suor da escravidão
A bravura persistiu
Aportaram em nosso chão
Na Bahia... AlforriaNas feiras tradição
Mães de santo, mães do samba!
Pedem proteção e nesse canto de fé
Salgueiro traz o axé
E faz a louvação
Odoyá Iemanjá;
Saluba Nanã!
Eparrei Oyá;Orayê Yê o,
Oxum!Oba Xi Obá.

Em 2008: Vice. (?)

Em 2009:

Salgueiro pisou na Marquês de Sapucaí na madrugada deste domingo (10), saudada pelos gritos de “É campeã” no setor 1, que é considerado o “termômetro” da Avenida. A atual vice-campeã do carnaval carioca comemorou nesta noite a colocação com gostinho de vitória. Afinal, esta é a melhor colocação conquistada pela escola nos últimos 14 anos.

Antes de começar o desfile, o intérprete Quinho esquentou as arquibancadas lembrando ao público o último campeonato do Salgueiro, conquistado em 1993. Foi com o enredo “Peguei o Ita no Norte”, marcado pelo memorável refrão “Explode coração / Na maior felicidade / É lindo o meu Salgueiro / Contagiando e sacudindo esta cidade”.

“Era inadmissível a Beija-Flor, que fez um desfile impecável, não ganhar o campeonato este ano, mas o Salgueiro fez um grande desfile. Desta vez, os jurados entenderam que se trata de uma escola genuinamente carioca”, disse Quinho, que confirma sua presença como voz oficial da escola em 2009.

“O Salgueiro é a minha casa e a minha paixão. Enquanto a nação vermelha-e-branca quiser, eu serei Salgueiro”, confirmou o intérprete da escola.


Parabéns, Salgueiro!

Tambor!

'O som do meu tambor ecoa... ecoa pelo ar
E faz meu coração com emoção... pulsar!
Invade a alma... alucina
É vida, força e vibração!
Vai meu Salgueiro... Salgueiro
Esquenta o couro da paixão
Ressoou da natureza... primitiva comunicação!
Da África... dos nossos ancestrais
Dos deuses... nos toques rituais
Nas civilizações... cultura
Arte, mito, crença e cura
Tem batuque... tem magia... tem axé!
O poder que contagia... quem tem fé!
Na ginga do corpo... emana alegria
Desperta toda energia!
No folclore a herança
No canto, na dança...
É festa... é popular!
Seu ritmo encanta, envolve, levanta...
E o povo quer dançar!
É de lata, é da comunidade
Batidas que fascinam
Esperança... social, transforma... ensina!
Ao mundo deu um toque especial
É show... é samba... é carnaval!
Vem no tambor da academia
Que a furiosa bateria... vai te arrepiar!
Repique, tamborim, surdo, caixa e pandeiro
Salve os mestres do Salgueiro'

Y. Monteiro.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Desejos.




Boa tarde. ^^






Estou pra fazer esses post a algum tempo, antes mesmo do último, mas meu computador dificilmente colabora com as minhas vontades.




Carnaval, chegando. Uhul










Tiago Spanhol Fernandes. ~


Guarapari, 6 de fevereiro de 2009.

"Agora, tirando esse momento nostálgico, gostei muito d asua carta. Me fez soltar umas três gargalhadas e deixou um sorriso besta no meu rosto. Principalmente na parte em que ficou descalça, pagaria para ver isso. Tem sorte, afinal, por aqui as coisas são piores, ou é saco de batatas ou lixo. Somos generosos, damos até opção..."

"...Ptz, aulas de matemática? Que legal que deve ser isso *Sarcastico* Pelo menos são matérias fáceis, pelo menos pra mim foram, mas você é esperta e deve tirar de letra. Ouvindo ' Pra ser sincerto - Engenheiros' ..."

"Sabe, ultimamente ando sentidno falta do tempo que conversavamos mais. Hoje em dia nos vemos de forma tão fracionada. Uma pena, e agora, pelos próximos dois meses, vai encurtar mais ainda esses preciosos minutos. ' Still Loving You - Scorpions'. A versão acústica dela é maravilhosa."

".. Te adoro de forma desproporcional, mesmo que não consiga compreender muito o que isso significa."

"... Agora vou dormir, tô com sono e já deveria estar roncando uma hora dessas.Te adoro Hime ^^. ' Complicada e perfeitinha...', algo que te descreve bem."

" Eu deveria ter escrito há alguns dias, quando ainda estava serelepe, sairia algo engraçado, eu acho. Mas agora me bate algo diferente. Deve ser saudade, ultimamente temos nos falado tão pouco. Isso é culpa tua, ter me viciado. Te adoro Yasmin, meu único momento racional em meio a esta loucura."

" Cada vez mais, nosso horários vem se tornando mais apertados. Antes passavamos horas nos falando e hoje, poucos minutos. A maturidade vem chegando e modificando coisas."


Renata Lopes Fonseca. ~

Contagem, 29 de dezembro de 2008.

" Yasmin, o que eu mais desejo para você é juízo. Eu quero que você saiba resolver seus assuntos com calma e a mente clara. Seja sempre centrada no que é bom e no que é certo. Sem raiva, sem estresse."
" Eu te digo, final de semana é sagrado, eu te proibo de estudar neles."

" Mas cuidado, tudo que tende para o bem, também tende para o mal e toda força maligna"
atua com mais força. Se você não está bem, acaba tendo pensamentos piores e ficando ainda pior. É muito mais fácil você ficar estressada ou triste quando está feliz, do que feliz quando está estresada ou triste.Preste sempre atenção nisso..."

" Não tenha medo nunca, no final das contas acaba sendo divertido, muito divertido."

" Meu amor, meu bebê, você é o orgulho da vovó! Vendo você vencer mais uma etapa, ir para o terceiro ano, crescer, eu me encho de júbilo. Você é e sempre vai ser a minha queridinha, a minha bebezinha. Eu falo que você é mimada, mas eu só sei te mimar. Toda vez que eu falo com você tenho uma vontade imensa de te colocar no colo e te mimar, mimar, mimar..."

"...Só de ser sua amiga eu já sou feliz, apesar de ter vontade de te bater as vezes..."

'' Porque você é o que tenho de mais importante. Não tem graça ficar no pc sem você e a Thássi.."

"Eu queria pedir desculpas..."

" Por não ter cuidado tanto assim de você, por não ter te mostrado todo o meu amor e carinho."

"Quero ainda, cobrir todas as minhas ausências..."

"Você cuida de mim como eu deveria cuidar de você."

"Eu amo muito você! "

Ainda...

Contagem, 19 de junho de 2008.

" Às vezes acho estranho você ser um ano e amio mais nova que eu, assim, TÃO mais nova e ao mesmo tempo é algo que não faz diferença nenhuma para nós.Queria tornar esse dia especial, queria que a minha carta chegasse hoje..."



Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2009.

Desejos.






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Obrigada pela visita.




Yasmin Monteiro. ~

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Desvio de Conduta Sem Moderação sob O Teu Olhar foi o que Sempre Quis. Foi assim que O Jogo Virou e você Caiu na babolônia.


Boa noite ;)


Nesse post estaram todas as músicas do título. Músicas que me inspiraram a fazer as maiores merdas e vitórias da minha vida. Me animaram, me fizeram chorar, me fizeram rir. Elas merecem estar aqui, mesmo sendo tantas.


Obrigada pela visita e uma boa semana.


;*



~Desvio de conduta (y)


Hoje ela se irritou e disse que eu não presto e que...
Jogou minhas coisas fora e me expulsou daqui
Caiu a ficha que eu apronto todas e quer me esquecer
E ao me ligar ela explanou dizendo que não volta atrás
Que eu revirei tua vida e consumi tua paz
Que odeia a insegurança e ao meu encanto não vai se render

Porque eu invento planos só pra te entreter,
Sei que nunca fui perfeito e nem vou ser
Pode dizer o que for, mas vou te surpreender
No meu quarto as horas correm se eu me perder por você

Nada mais restou sei que o erro aconteceu
E o que passou, passou
E o meu juízo se perdeu
Eu não vou mais te enganar nem tentar te convencer
Que eu não presto e nunca vou te merecer
Mas eu mudo, é só você querer

Só de ver as perversas aqui me baqueou a estigma do eterno infiel
Pró-expert em acordar em motel
Em matéria de adultério no perigo era um vício envolver
Mas se qualquer outra vem me provocar
Com assédio, eu não sou santo, mas eu vou tentar
Conter esse [b]desvio de conduta[/b] pra não te perder

Eu crio tanta coisa pra você me notar
Decoro frase feita pra te convencer
Eu vou me aproximar pra te complicar
Eu quebro a distância entre a gente

E vou aonde quer que você vá, agora me leve, agora se entregue porque eu vou mudar
Sou o atalho pra tua perdição,
Em te ganhar eu tenho doutorado até pós-graduação
Como se fosse a prometida caiu no cara certo pra fazer a coisa errada na sua vida
Esperto pra te induzir agora, controlo o instinto promíscuo e tento me redimir
Nada mais restou e o que passou, passou



~ Sem moderação (y)


Naquela noite foi na primeira aparição
Despertou minha reação
O teu olhar quer me induzir
Sou mais um na multidão
Mas se houvesse a condição
Eu quero te levar daqui
Paralisei no momento em que eu te vi
Fui capaz de prever que a felicidade estava aqui

Quer encontrar defeito em quem te leva a perfeição
Se o melhor desfecho é o que te entrega em minhas mãos
Já que a vida é de quem se atreve a viver e o meu sonho de consumo é você
Te ganhar me leva a perdição
Eu te aprecio [b]sem moderação[/b]

Teu velho me vetou
Atendendo a ligação descartou minha pretensão
Diz que eu só penso em te iludir
Se falta formação, sobra poder de persuasão
Melhor nem tentar resistir
Me arrepender,só daquilo que eu não fiz
Hoje eu posso tentar descomplicar pra te ter aqui
Paralisei, quando eu te vi, me reinventei só pra te fazer feliz.



~ O Teu Olhar (y)


[b]O teu olhar[/b] no meu olhar estremece e faz efeito
E tudo acontece se for daquele jeito
Eu sou o descarado, come-quieto, ordinário, predileto que usou e abusou
Politicamente, o cara incorreto, descolado esperto que te dominou

E ela se cansou daquela tua vida fútil
Cercada de glamour, dinheiro, luxo
E eu sempre atento pra tentar me aproximar
E quando a noite cai sou quem se torna seu refugio
Pra que ter tudo se o que te completa sou eu
Sempre o motivo certo pra arriscar se aventurar

E quando tudo girou ao meu redor
No momento em que eu te fiz entender que seu mundo vai ser melhor
No que se render pra mim

Já foi sei que não me esqueceu
Que o fluxo é intenso entre você e eu
Hoje eu não quero olhar pra trás
Quando eu te tenho aqui meu mundo fica em paz

E só de te encontrar
Já me leva pro mal caminho
Seguiu o instinto por impulso até se perder
Se pra quebrar o gelo agora é só deixar se levar
E nunca se importou já que eu não pertenço ao seu mundo
Sei que o teu jeito culto nunca me convenceu
E em um segundo eu provo que ao meu lado é o teu lugar

Só queria que você soubesse que
Tudo aquilo que aprendeu comigo não
Vai ser fácil de encontrar nos livros e em outros corpos sem direção
E não vai achar em nem um lugar encaixe tão complexo assim
Quando a noite passar e tudo acabar, eu estarei aqui.


~ Sempre Quis.


Na hora em que me aproximei
Em frente ao mar, você estava ali
Naquela noite foi a primeira vez que te vi
Veio a intençao já nem quero resistir
reduziu a pó meu passado
Na hora em que o destino te entregou pra mim
Te quis no principio, meio e fim
Tudo foi completo com você por perto
E me perco quando não estas aqui
Se te tenho ao meu lado é inevitavel um final feliz
Em você encontrei tudo que eu sempre quis
Vem depressa se entregar
Sou quem vai te fazer sorrir
já não vou mais suportar
Tanta falta que me fez sentir
E nossa noite nunca tem fim
Ainda tenho a mensagem que você me mandou
Eu li a noite inteira
E o beijo que você me roubou
Naquela praia ali na areia
Agora é tarde
Mas se você quiser fugir
Te carrego pra qualquer lugar
E quimica entre nos dois começou fluir
E vai ser do jeito que eu sempre quis
Tudo foi completo com você por perto
E me perco quando não estas aqui
Se te tenho ao meu lado é inevitavel um final feliz
Em você encontrei tudo que eu sempre quis
Sem promessa e sem errar
Melhor deixar se permitir
Pra onde for vou te alcançar
O futuro há de refletir
E nossa noite nunca tem fim
Tudo me leva até você
Tudo me leva até você
Tudo me leva até você
Tudo me leva até você
Tudo foi completo com você por perto
E me perco quando não estas aqui
Se te tenho ao meu lado é inevitável um final feliz
Em você encontrei tudo que eu [B]sempre quis[/B].



- O Jogo Virou.


Eu sigo em frente
Hoje nada vai me abalar
Sem olhar
pra trás eu vou na fé
Não vi que tudo ao meu redor ia desmoronar
Como um sonho eu acordei em outro lugar
E eu senti que estrela brilhou, e nada faz parar
Seis horas da manhã e o sol me toca
Com a paz que renova tudo em minha volta
Som a noite inteira com a lua refletindo
No fim do túnel a luz que cerca o meu caminho
Já ta tudo pronto pra trip decolar
E na bagagem traz sorte pra somar
Pela sensação de liberdade é conduzido
Limita o seu pudor e libera seu libido
E o jogo virou
A casa caiu
Causando a mil por hora e nada abala
E o[b] jogo virou [/b]
A mente se abriu, eu vou voar
O mundo gira e bota sempre tudo no lugar
Sem me arrepender, vou continuar
Manter o equilíbrio é estar na brisa, levitar
Com minha bela na paz de Deus
O que sobe pra mente faz o meu caminho o seu
Tá tudo pronto com os pés na areia
E o brilho da cidade incendeia
Segue a vida reverenciando o som do mar
Vou na certeza que o sol vai me guiar
Segue no rolé de bike
À noite eu entro em cena e o clima é bom
Queimando a Babilônia
Legalize, eu faço um som
Não morro na praia, eu sei me aventurar
Sou come-quieto, mas sei bem quando explanar
Que ela é toda imoral, de olhar já passo mal
O encaixe foi perfeito, a sintonia surreal
Ousada nova escola faz história estilo Reis de Dogtown.



~ Caiu na babolônia.


Já meio leso e a vida é um tédio, sem direção, sem
nada pra fazer
A mil por hora, [b]caiu na babilônia[/b] e não tem o que temer
Então de saco cheio, pega e sai da rotina e enche a
cara pra começar
Cai na noitada e encontrou a mulherada, escolha certa
pra quem quer desvituar é só
Refrão:
Deixar, deixar rolar e a noite me levar
Tentar chegar até onde eu puder chegar
Agora nada pode me segurar
Caiu na Babilônia e o que tiver que ser será
Sentiu na pele, mas não dá pra controlar
Que a vida é louca é só aproveitar
Mesmo se a regra sai, quebrar o clima a noite inteira só
na perdição
Então de saco cheio ele pega e sai da rotina e enche a
cara pra começar
Cai na noitada e encontrou a mulherada, escolha certa
pra quem quer desvituar é só
Refrão:
Deixar, deixar rolar e a noite me levar
Tentar chegar até onde eu puder chegar
Agora nada pode me segurar
Caiu na Babilônia
E a cidade toda acordou, é hora de enlouquecer
Pros cara largado, é que as ninfetas vão se perder
Agora dane-se o status de pseudo intelectual
Se minha bala sonora te deixa passando mal
Legalizou! Vadiar é a receita infalível
Legalizou! Por que noite mais perfeita, impossível
A vida é breve, não dá tempo de olhar pra trás
Vai cansando de ser nerd, se não a tua casa cai!
Refrão...
Não vou mudar, fazer o que eu sempre quis
Deixar rolar, sei que eu posso até ser feliz...
É assim...
Se o microfone ecoa, a Babilônia é aqui
Agora virou, já liberou, legalize
Eu sou da nova escola e a rima é freestyle
Sob o domínio da noite até o juízo eu perdi.



Thanks ;**



Y. Monteiro.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Here I go, on my own ~*>


Dia 6 de fevereiro de 2009.

Arrependimento.

Já se arrependeu de alguma coisa que deveria ter feito e não fez? Ou de algo que NÃO deveria ter feito e fez? Ou as duas coisas? Bem, se a resposta é não para todas elas, merece meus reais parabéns, mas se para alguma delas a resposta é sim: Que pena, estamos no mesmo barco, meu camarada. Sente-se por mais um minuto, tome mais um copo e deprima-se mais um pouco. Como eu.
Ah, já sei! Acha que estou exagerando. Quer exemplos? Eu darei exemplos. Não citarei nomes, porque sim, posso me comprometer.
Primeiro: Digamos que desistiu de algo muito importante, simplesmente por culpa de planos de terceiros. Bem, passou algum tempo e você percebeu a burrada que tinha feito, porque, de fato, o tempo havia passado mesmo, e não tinha mais volta. O que você deixou de fazer, ficou lá, nas milhares de oportunidades que você tinha e não tem mais (!) .
Segundo: Você embarca numa nova aventura que vai tomando mais tempo, mais responsabilidade e mais do seu eu do que você tinha imaginado tomar anteriormente. De acordo com o seu coração e o seu caráter, não se arrepende. Até porque era algo que você realmente queria. Queria. Até notar o quanto aquilo te ocupava, e o quanto tinha deixado passar por aquela tal aventura, que já não era mais uma aventura de verdade e sim uma realidade dura, próxima e atraente. Você sente que ama aquela realidade pós aventura, mas sente também que ama aquela liberdade deliciosa que tinha. Tinha.
Imagine-se chegando de um encontro com amigos num dia normal de sexta-feira, entrando em casa, destrancando a porta. Encontrando a casa vazia. Seus familiares fora... Toda casa, espaço e silêncio para você suspirar e deixar seu coração afundando em arrependimento. Isso mesmo, meu camarada, arrependimento. Palavra a qual você pensou um dia fazer por merecer para tê-la fora do seu passado, presente e futuro.
Nesse momento, eu repito em voz alta: ARREPENDER-ME-EI.
Vou me arrepender de ter embarcado numa aventura e não ter dado limites a ela. A ela e a minha imaginação. A ela, minha imaginação e meu coração. Porque agora, além do arrependimento, vem a mágoa e saudade do que nunca foi feito e visto. E o medo, é claro. De volta a ser uma pessoa impulssiva e tomar atitudes precipitadas. De mais arrependimento, de perder a aventura amada. De desistir de mais planos e correr atrás de um passado que é, mais do que nunca foi, passado.
O pior de tudo isso é que você se vê triste, e é uma tristeza sem motivos aparentes. Você tem uma casa, você tem uma família.Tem um amor. Tem amigos, mesmo os mesmos estando longe, de fato. Você tem planos. NOVOS planos... E não espera abandonar nenhum deles, nunca mais. Porque conhece a experiência de ter perdido, ou melhor, abandonado um deles pelo seu caminho. Um caminho tão curto aos dezesseis anos.
E hoje eu fecho meus olhos e respiro fundo. Observando mentalmente todos os meus NOVOS trilhos, minha NOVA caminhada. Minhas atitudes e minhas metas. Metas... NOVAS metas. Percebe, finalmente, que é uma nova pessoa. Com amigos diferentes, amores diferentes, atrações diferentes. O que te fazia dar gargalhadas a uns tempos atrás, talvez ainda te tire um sorriso hoje. Ou não. E o que você achava piego e brega, venha a lhe trazer felicidades e risadas incríveis. Você tira força de onde menos imaginava tirar. Consegue contar nos dedos as vezes que isso aconteceu, e o quanto você melhorou, evoluiu em cada mudança. Em cada suspiro. Em cada novo amor. Em cada novo lar. Com os novos amigos. Com os novos pais ! Percebe enfim que ainda tem forças para uma vida inteira e que o tempo que poderia sentar-se por mais um minuto e deprimir-se, você poderia dar uma risada, um telefonema, ou escrever um texto.
Arrependa-se quando necessário, mas não faça disso um martírio, nem uma cruz para carregar pelos seus dias. Faça disso uma lição, e melhor, aprenda com ela.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

'..Ha detto "un giorno tu mi capirai"
Chissà se tu mi penserai, se con gli amici parlerai
Per non soffrire più per me, ma non è facile lo sa
i A scuola non ne posso più, e i pomeriggi senza te
Studiare è inutile tutte le idee, si affollano su te
Non è possibile dividere la vita di noi due
Ti prego aspettami amore mio, ma illuderti non so !'

Por: Renato Russo - La Solitudine
Disco: Equilíbrio distante.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

tuono e la confusione ~


16 de janeiro, 2009.

Sabe quando você olha pra trás e vê sua paciência acenando pra você, mantendo-se viva em todos os momentos que precisa dela. É. Imagina quando ela te manda uma carta formal avisando que está chegando seu fim. Eu também ficaria triste, como fiquei. Você olha para o lado e vê milhões de casos piores que o seu, o que te frustra ainda mais, porque isso não diminui sua raiva, o sentimento de abandono e muito menos as lágrimas. E mesmo assim, ignorando várias vezes aquela carta formal da sua paciência, escuta uma ou duas pessoas, que pedem que você tenha paciência e compreensão. Momentos delicados. Já te contaram que eles não terminam nunca, apenas porque são desculpas? E desculpas além de infalíveis, não infinitas... Inacabáveis. E mesmo que descubra que é uma desculpa, uma ou duas pessoas lhe contará(m) outra e uma nova carta chegará às suas mãos lhe informando que a paciência te deixou, e quem ficou no comando foi o coração.
Sabe o que fazem com ele também? Pisam, chutam, gritam e cospem nele só por terem a certeza absoluta de que ele não vai revidar. Nota: Ele pode não revidar, mas que ele fica cheio de mágoa e rancor, ah, isso ele fica sim. Vê uma das pessoas que você mais acreditou amar ferindo o seu pobre coração e nem ligar para isso, só porque tem muitas preocupações em mente.
Porque você já está grandinha(o). Ou porque você também "não é fácil".

Lembra dos momentos em que essa mesma pessoa já afirmou que você era a razão do viver dela, com lágrimas nos olhos. E você acreditou. Quem não acreditaria? Eu também acreditei. Já tentou contar isso para alguém? Se não tentou, nem tente. Não é por querer desmotivá-la(o), mas é porque realmente não adianta. Vão dizer que é exagero e que você precisa ser menos sensível, até porque, se trata de uma pessoa que você conhece bem, não é mesmo?

Quer saber o que fazer? ...Eu também.


04 de fevereiro de 2009.


Minutos, horas, dias e meses passam.E mesmo assim você não esquece. Palavras que entraram no condutor do trem que é seu corpo e sua alma para nunca mais sair.

Palavras como 'lixo', 'vergonha','esquecer' não saem mais do coração. Ficam guardados apenas esperando a hora certa de jogar no ventilador. Por que não esperar? O ano já vai começar, manhã, tarde, noite. Segunda, terla, quarta, quinta e sexta-feira. Sábados. Domingos.

Sua vez vai chegar, paciêcia é uma virtude de poucos amigos.




Yasmin Monteiro.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Aperto de mãos, apenas bons amigos.


Pra ser sincero eu não espero de você mais do que educação

Beijos sem paixão

Crimes sem castigo

Aperto de mãos

Apenas bons amigos...


Pra ser sincero eu não espero que você minta

Não se sinta capaz de enganar

Quem não engana a si mesmo


Nós dois temos os mesmos defeitos

Sabemos tudo a nosso respeito

Somos suspeitos de um crime perfeito

Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos


Pra ser sincero não espero que você me perdoe

Por ter perdido a calma

Por ter vendido a alma ao diabo


Um dia desses, num desses encontros casuais

Talvez a gente se encontre

Talvez a gente encontre explicação

Um dia desses num desses encontros casuais

Talvez eu diga, minha amiga

Pra ser sincero...

Prazer em vê-la

Até mais...


;)


Aos que visitam o blog: Que fique claro. Ele é mais um diário do que qualquer outra coisa, dentre as milhares de coisas que ele poderia ser (n)


Dia muito chato. Trampo dede as oito da manhã. Aula com a tia em um período da tarde, mais trampo e de noite, mais net. Um dia muito comum, típico de uma segunda-feira. Pensando em milhares de coisas, e em poucas pessoas.


Boa noite, boa terça-feita.



P.S.: Aniversário da Renata chegando. *-*


Y. Monteiro.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

~ Your train of thought will be altered ~


Novo post de 2009.


Primeiro.


Bem-vindo.


~ ;)


>> Uma semana para as aulas.


>> Aniversário da Renatinha chegando.


>> Aniversário do Ti passou.


>> Aniversário do Lucas hoje.


Boa noite ;*





Y. Monteiro.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Yas s2 Máh.


Bem, segundo post.Esse vai para a Marianna, conhecida como Máh, ou moranga para os íntimos (eu).Nos conhecemos a, finalmente posso dizer isso, mais de sete anos. É maravilhoso lembrar de cada momento que passamos juntas. Madrugadas em claro jogando RPG de HP. Brigas, maquiagens, lanches noturnos... Me pego sorrindo ao lembrar de cada detalhe. Foi com ela que eu descobri a hp do terra, com ela eu soube como era jogar RPG, também com ela eu aprnedi macetes de virar a madrugada e sentir como o sono vem após às oito da manhã. Foi com essa mesma garota que eu fiz meu (nosso) primeiro arroz, que ficou uma bosta por sinal. Foi também a Marianna que me ensinou a brincar de boneca aos onze anos. Tudo era um mar de rosas até a nossa maldita e adorada adolescencia. Nos mudamos, nós mudamos. Brigamos muito, ficamos meses sem nos falarmos sendo visinhas. Voltamos... Aí já não era nada igual. Novos amigos, novas dependências e a descoberta de estar menos ligada que antes. Enfim... Agora estou com dezesseis anos e ela, muito em breve, no dia 20 de Agosto, fará dezessete. Estou feliz... muito feliz por sinal de estarmos juntas, apesar dos pesares. Foi com ela que eu descobri que um "Cala a boca e me escuta. Se você estiver perto de um buraco eu vou te avisar, você querendo ou não" vale mais do que um "eu te amo."Eu te amo, Marianna.


Feito por :Yasmin Monteiro.



*A noite.Mesmo depois de tantos anos fora, ela percebe que tinha que voltar...Precisavam dela por perto.Ali, para de fronte aos portões ladeados pelas estátuas de pedra.Os portões enferrujados pelo tempo..."Talvez ela não reabra..." Ela pensa, e sente uma fisgada em sua mente, e passa-lhe um flash, com um bondoso homem ancião sorrindo ao admirar a escola.Ela levanta as mãos envoltas pelas luvas de veludo negro e toca nos cadeados, que não resistem ao toque e se destravam, deixando a corrente cair com aquele som dos elos caindo uns sob os outros no chão de pedras e areia.Na completa escuridão, enxerga muito pouco, e permanece na penumbra.Empurra o portão, mau sinal, ele abre sem problema algum.Ela segue pelo caminho que levava ao castelo, este sem as luzes amarelas brilhando no alto das torres e das janelas, como era no ano letivo.Depois de alguns minutos andando, chega ao portão de carvalho, e o empurra com ambas as mãos.Archotes acesos no Hall, elfos domésticos passas silenciosos para um lado e para o outro.Fazendo reverencias ao passar por ela.Vai até o Salão Principal, onde as quatro mesas estão postadas, como antes, porém a decoração do salão permanece em luto, assim como no ultimo dia de aula, aquela cena lhe traz lembranças, ela e mais dois alunos sendo selecionados um dia antes do ano letivo de Hogworts começar em seu primeiro ano, como o próprio chapéu seletor gritou orgulhoso o nome de sua casa, no momento em que foi selecionada debaixo de aplausos dos dois colegas e de todos os professores, exeto um...Como aquele mesmo único professor fora capaz de acabar com a sua vida em uma única noite a menos de um mês... E como tudo iria mudar.Algo cai no chão a alguns metros trazendo-a de volta ao presente, começa a andar em direção as escadas...Estaria ela já a espera?...Iria descobrir em instantes.Andava em passos rápidos, de fato, ansiosa.Ela diz a senha, a gárgula gira... "Por instantes... tudo parece a mesma coisa... Por que?!".Sobe os degraus, chegando a porta de madeira lustrada, dá dois toques esperando resposta, nada, ela abre a porta muito devagar e entra, fechando a porta com um baque surdo ao passar.Observa a sala durante longos segundos, todos os objetos de estimação dele brilhavam sobre a luz do luar, delicados sobre a mesa de quatro pernas finas, giravam graciosamente, olha a janela aberta e a lua alta, os quadros nas paredes fingindo aquele sono profundo, como se não houvesse ninguém ali, com exeção do ex Diretor Dipped, que a olhava com bastante interesse, e é claro o Ex Diretor Alvo Dumbledore com seu recente quadro na parede, olhando fixamente através dos óculos de meia lua, com as pontas dos dedos unidas, depois de olhá-los por um longo tempo, ela desvia o olhar, sentindo os olhos arderem.Apóia as mãos nas costas de uma poltrona virada de costas para a lareira no momento em que ela começa a ardem em uma chama esmeralda, de onde surge a nova diretoria de Hogworts, Minerva Mcgonagal.Ela dá alguns passos, fazendo menção de abraçar a garota que está na sua frente, mas é capaz de se controlar e apenas ficar a admirá-la.A moça mantém um olhar firme, porém feliz de ver a antiga professora de Transfiguração novamente, depois de tanto tempo.Depois de um longe silêncio, a diretora diz, com uma voz meio abafada* Então... Veio pra ficar?*Ela pergunta num tom duvidoso, com aquela voz tão antiga que ralhava com ela quando fazia alguma besteira.*Não tenho escolha Minerva... *Ela olha pra baixo e deixa que duas lágrimas quentes, saltem de seus olhos azulados, ambas rolam pela sua face lisa e doce, caindo com silencio sobre a sua capa preta com o mesmo veludo negro de suas luvas, ao mesmo tempo sente duas mãos quentes, de pele enrugada pelo tempo a envolverem num abraço quente e doloroso.Ambas mulheres naquele instante dividiam a mesma dor da perda, da angustia sem saber de fato, o que estaria por vir agora.O mundo dos bruxos estava caindo, mergulhando num ninho de serpentes venenosas a qual um único homem, ou melhor, menino seria capaz de salvá-los. *


Feito por: Marianna Alves.


*A noite sempre trouxera consigo uma solidão inexplicavelmente bela e amarga, que só aumentara em vista dos recentes acontecimentos. Chegou o momento que em toda sua vida, ela havia pedido que nunca chegasse: Tinha de escolher um lado. Mesmo Sophia nunca tendo sido das mais apegadas, Dumbledore era uma espécie de certeza para ela, se havia alguém nesse mundo que estaria sempre lá, com aquele sorriso caloroso, olhinhos miúdos cercado das marcas da idade e passando uma segurança quase celestial, esse alguém era Dumbledore. Porém ela parecia apática a toda a tristeza que tomara o castelo, sim ele fazia falta, mas nos últimos anos havia se acostumado a perder pessoas que gostava. Seu lado sempre parecera pré-determinado, principalmente por ser filha de dois destemidos Aurores, mas a muito que uma dúvida parecia martelar sua mente, perturbar seus sonhos e principalmente seu coração "O que afinal de contas eles haviam ganhado com isso?", seu pai fora morto brutalmente em combate e a mãe, enlouquecera após perder o grande amor, além de ter afetado sua infância, pois ela passara um bom tempo se escondendo com o que restava da família. Tinha medo de acabar como o pai, morta, ou pior louca como a mãe, sem consciência do que já fora um dia e de tudo que podia ter sido. Também por causa disso evitara o amor, ou pelo menos demonstrá-lo. E sempre que perdia alguém que amasse ocupava a cabeça, dando aos que a viam a impressão de que nem sentira. Bom funcionara tão bem até ali, pois sempre se afastou. Mas dessa vez coube a ela voltar, e ficar por perto. Queria sair correndo dali no momento que descera do carro, mas não podia fazer isso, devia muitos favores aquela mulher, aquele lugar e principalmente precisava começar a enfrentar seus monstros. Ela ajeitou o longo sobretudo negro de couro gasto, e olhou para o portão por um momento ouviu seu próprio coração batendo, tamanho sua ansiedade e nervosismo. Empurrou o portão com o pé, e entrou. Olhando tudo aquilo ao redor, lembrou-se de tudo que vivera ali, Hogwarts lhe trazia lembranças não muito boas, sempre fora muito quieta e por isso excluída de qualquer grupinho social, desconfiada demais para ter amigos ali. O único que realmente a importava era seu irmão, com quem fora criada, e em quem confiava, nos primeiros anos ele também estudava lá, contudo quando o mesmo terminou o colégio, e saiu. Tudo pareceu se tornar exílio e tristeza, franzina, ela não fazia sucesso com os garotos, e eles tão pouco a interessavam, ninguém chegava aos pés dele, Klaus, o seu irmão. Mesmo a ela parecia loucura, mas ele era o modelo de homem no qual se inspirava. Terminou o colégio, com boas notas, porém só. E jurou a si própria que não voltaria até aquele lugar, nunca mais. Apesar de brilhante ao sair da escola, foi trabalhar nas Gemialidades Weasley. Passou algum tempo lá e saiu, foi trabalhar com o que entendia, Poções sempre fora sua melhor matéria, acabou trabalhando para o Ministério. Mas sempre fazendo alguns por fora, e com convites regulares para ser Auror. De repente parecia despertar de seu transe, e continuou a andar. Olhando cada um dos detalhes, reparando em tudo ao redor, entrou pelas grandes portas de carvalho. Ela nunca vira Hogwarts tão mórbida, tão triste... Tão apagada. Passou em silêncio, ignorando seus pensamentos que a faziam querer sair correndo. Disse a senha e a gárgula a deixou subir, chegando na sala qual não foi sua surpresa ao descobrir que sua conversa com McGonnagal não seria tão pessoal quanto imaginara.* Boa noite. *Disse áspera e aparentemente intacta pelo clima mórbido das mulheres da sala. Olhou para a foto do único diretor que conhecera em Hogwarts e esboçou um sorriso carinhos, rapidamente se conteve e olhando pra mulher a sua frente, praticamente ignorando a outra a seu lado perguntou, sem deixar transparecer toda sua dúvida e incerteza.* Então, a que viemos?.



"És parte ainda do que me faz forte. Pra ser honesto só um pouquinho infeliz.Mas tudo bem, tudo bem.

Lá vem, lá vem, lá vem de novo

Acho que estou gostando de alguém

E é de ti, que não me esquecerei." Giz - Legião Urbana.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Angel e Teka. s2


Esse é o meu primeiro post no blog, e vou dedicá-lo à Renatinha. Farei isso postando uma das melhores partes do nosso jogo. O mesmo cresce e se desenvolve assim como a nossa amizade, que completará um ano em breve.Mesmo tão diferentes, Angel entende Teka, e Teka entende Angel como eu entendo a Renata, e ela, incrivelmente consegue me entender. Uma amizade incondicional, mútua.


Feito por Renata L. Fonseca.


*Então, depois de um tempo inimaginável, impossível de saber, ela abre os olhos; as pálpebras pesam, o corpo todo dói muito; ela tenta levantar-se, mas sente-se pesada como chumbo, o que faz com que vá de encontro ao chão, sentindo o rosto bater em algo frio e úmido; força mais as pálpebras, sentindo a cabeça explodir ao fazê-lo. Onde estava? O que estava acontecendo? Por um momento, ela não mais procurou enxergar o lugar onde estava, mas assim buscou em seu cérebro, no córtex, o que a trouxera ali, o que havia ocorrido; tudo ficou escuro, escuridão que logo foi invadida por flashes de lembranças, tremidos, distorcidos. Ela caminhava por ruas quase desertas, então tudo enegrecia, a imagem de um prédio alto se formava, e depois era substituída pela imagem daquela mesma rua vista de cima, o que veio a seguir não foi uma lembrança, não foi um flash, foi uma escuridão tremenda e uma dor agonizante que fazia contorcer-se naquele chão frio. Berrou com todas as suas forças, a dor invadia cada poro de sua epiderme, era como se facas furassem todo seu corpo, entrando e saindo em várias regiões em ritmo frenético, incansável. Abriu os olhos repentinamente, o máximo que pôde, uma claridade mais terrível que a dor queimou sua retina, deixando-a cega momentaneamente, ou estava cega de dor? Não sentia mais dor, sentia-se dolorida, apenas. Ela não respirava. Mas por que isso importava? Não precisava respirar. Mas ela tinha, tinha que respirar! Ela era... Não era! Manteve os olhos fechados, luzes piscavam rapidamente, luzes cada vez menores, consumidas pela escuridão. Porém algo um tanto distante chamou sua atenção, algo além do que já percebera até então. Seriam passos? Uma... duas... três pessoas se aproximavam, no mínimo. Mais uma vez ela forçou, forçou o corpo e as vistas, forçou para mover-se, precisava colocar-se de pé, mas o máximo que conseguiu foi erguer-se alguns centímetros do chão. Contentou-se apenas em abrir os olhos, a claridade não a cegava mais, não tanto. Um chão de pedras lapidadas entrou em foco, cinza escuro, iluminado por velas que possuíam o brilho de fortes lâmpadas, revelando manchas escuras por todo piso. Ousou levantar a cabeça e percorrer com os olhos todo o ambiente, as paredes também eram feitas de pedras, mas essas não eram lisas feito cerâmica, eram medievais, paredes feitas de pedra sobre pedra. Os passos se aproximavam ainda, estavam quase ali, faltava tão pouco... Inclinou a cabeça um tanto para o lado direito, olhando para uma porta de chumbo, tão discrepante daquele ambiente, que se abria lentamente... Espalmou as mãos no chão, ao lado do corpo, forçando-o para cima, mas não estava forte o suficiente... Um homem alto, de porte físico mediano, roupas galantes de séculos atrasados, longos cabelos louros presos em fita de seda e uma espécie de bengala na mão entrou pela porta agora completamente aberta. Era altivo e carregava na face uma expressão arrogante, de nojo. Seguindo-o, entrando logo depois, uma mulher tão alta quanto o homem e tão arrogante também, cínica, morena de profundos olhos negros, cruéis, cabelos mal cuidados, face encovada, roupas tão galantes, mas tão sombrias e mal cuidadas. Por fim, um terceiro homem. Esse não era tão alto, mas lembrava em muito um morcego com sua capa esvoançante, cabelos muito negros e extremamente lisos e oleosos. Seus olhos demoraram-se mais nele, naquele homem, naquele rosto, agora muito mais magro do que da última vez que o vira. Sentiu uma fúria crescente surgir dentro do peito, como um dragão sedento por vingança, uma fúria que despertava em si os instintos primitivos de sua raça, clareando ainda mais seus olhos já tão claros naturalmente, crescendo os caninos tão afinados e alongados. As mãos espalmadas jogaram-na pra cima, com uma força retirada toda de seu ódio. Mas antes que pudesse agarrar o pescoço do moreno e sugá-lo até a morte, seu corpo foi fortemente jogado para trás, contra uma das paredes de pedra. Novamente ela estava cara a cara com o chão, forçando o rosto para poder olhar para cima. E numa dessas forçadas ela viu, era ele. Trajado com um manto negro, um quarto ser se fez presente naquele recinto, branco feito a morte, rosto muito magro, encovado, com traços que lembravam muito uma cobra; os olhos eram duas bolas vermelhas de íris invertida encaixadas em fendas, e no lugar de nariz havia narinas; não havia boca, e sim um rasgo sem lábios; era a criatura mais medonha que aquela mulher, ao chão, já vira em toda sua vida. Lord Voldemort, usando sua varinha, tirou-a do chão e arremessou-a contra uma das paredes, mantendo-a no ar depois. O homem louro deu um passo à frente, lançando um jato de água gelada na vampira que sentiu muita dor, mas não dor do jato ou temperatura, mas dor da água entrando em cada ferimento não curado, estimulando, novamente, o escorrimento do sangue que fora estancado por pequenas coagulações. Ela não gritou, não demonstraria fraqueza, deveria ser forte, deveria mostrar autoridade, altivez. Ao invés de gritos, uma gargalhada estridente invadiu seus ouvidos; a mulher parecia estar se divertindo muito com toda aquela cena.* "Então nos revemos novamente, Korvinus. Faz tanto tempo... Mas você não se lembra, não é mesmo?!" *A voz era tão ofídica quanto à face dele, era quase um sibilar natural de uma cobra, e repetia-se na mente de Teka em várias alturas, uma palavra misturando-se à outra. Ela não lembrava-se de ter topado com Lord Voldemort algum dia em sua vida... Ela não se lembrava de nada antes dos últimos dezessete anos.* "Mas você sabe por que eu te trouxe aqui, não sabe?! Severus não me é mais útil para adentrar os terrenos de Hogwarts. Depois de sua partida, novos encantamentos foram feitos por ali, novas proteções foram fornecidas ao colégio para barrar a MINHA entrada! E você, Stephanie Reichert, será a minha passagem para Hogwarts!" *Apesar das palavras entrarem um tanto emboladas em sua mente, ela entendia até bem o que ele queria lhe dizer, o que a trazia ali: Lord Voldemort queria todos os encantamentos e desencantamentos para entrar em Hogwarts. Era óbvio, ela nunca falaria, ele nunca conseguiria nada dela. Porém, algo a mais naquela frase lhe chamara atenção; ele não a chamara por Teka ou por Korvinus, muito menos pelo nome dado à sua raça, ele não a chamara por um nome conhecido, ou ela entendera errado? Tentou-se lembrar da frase inteira, de tudo que lhe foi dito, mas não lembrava-se mais do nome, mas ela sabia, tinha certeza, não era o seu nome. Será que ele...? Ela tentou ser mais forte, ela tentou pôr-se firme, mas o corpo não obedecia, estava erguida no ar, mas o corpo tombava pra frente, os olhos virados para dentro das órbitas, a água pingando do rosto e das roupas. Ela fechou os olhos por um instante, movendo a boca fechada, como se pensasse, mas já tinha a resposta fazia tempo. Abriu os olhos e mirou Lord Voldemort, sorrindo cinicamente; com o movimento da boca ela havia reunido uma boa quantia de saliva, cuspindo-a no Lord das Trevas. A reação dele foi imediata: bateu a garota contra a parede novamente, que foi ao chão com violência, depois. Aproximou-se dela, os olhos flamejando de raiva, pegou-a pelo pescoço, erguendo-a no ar enquanto suas unhas, grandes, mal cuidadas, grossas, penetravam a carne dela.* "Vai se arrepender muito disso, garota petulante!" *Arremessou-a contra a parede novamente, dando-lhe as costas e saindo da sala, mas não sem antes dizer aos seus servos que "cuidassem" dela. Ao chão, ela riu fracamente com as forças que ainda lhe restavam, e rolou pelo chão, deitando-se de costas, com as pernas estiradas. Foi a Lestrange que se aproximou dela, também ria, mas ria de prazer, ria por gostar do que via. A bruxa Comensal da Morte pisou no rosto da vampira com sua bota, olhando bem na face dela.* "Atrevida, ninguém insulta meu mestre. NINGUÉM!" *Depois disso, afastou-se. Teka sentiu a força de três maldições muito bem executadas, três crucios fortes o suficiente para acabar com uma pessoa, mas ela não era uma pessoa... Mesmo ferida, mesmo fraca, ela não era uma humana... Contorcia-se e berrava de dor, mas não eram apenas berros... entre um e outro, havia gargalhadas, risadas altas, risadas cínicas. Os bruxos se entreolharam, cessando a maldição. Ela era... louca?! Ao chão, ela ria, ria, ria... ria sem parar, ria com escárnio... matariam-na, mas nunca, nunca conseguiriam nada dela. E, do lado de fora, Voldemort afastava-se por um corredor que possuía a mesma aparência da sala em que esteve, porém muito mal iluminado. Grades de ferro protegiam celas vazias, a porta de chumbo era deixada para trás, e na face do homem, da criatura, pois aquilo não podia ser chamado de homem, uma expressão muito diferente do que a que deveria habitar ali. Ele...sorria?! Reichert era resistente, nunca se renderia à ele, mesmo como humana ela sempre fora daquela forma. Mesmo naquelas condições, era bom revê-la...*


Feito por Yasmin Monteiro.


*Os anjos andavam lado a lado. A morena ainda com o uniforme da escola Hogworts, e o anjo com roupas negras que esvoaçavam ao vento da noite. Os jardins da mansão eram mal iluminados, apesar de bela, a casa tinha uma aparência abandonada, esquecida. Muitos lampiões espalhados pelos jardins tinham seus vidros quebrados, e se mantinham apagados todo o tempo, tanto tempo que em seu interior já ganhara uma fina camada de pó, misturado a terra batida que o vento forte fazia subir em determinados momentos. A grama já estava alta, alcançava as canelas dos dois que faziam questão de se manterem atentos a qualquer movimento. Desde o primeiro passo dado dentro dos limites da mansão, ambos sentiam olhos grudados neles que não desviavam nem por um segundo. Em pouco tempo, os dois se acostumaram aquela sensação e tornaram a agir com mais naturalidade. Quando chegam no portão da mansão, deparam com uma linda porta de madeira polida e trabalhada a mão delicadamente que se erguia a cima de suas cabeças, obtendo quase três metros de altura, numa largura de um metro e meio, meio encardida e suja pelo tempo. Curioso mesmo era o fato de que a bela porta de entrada não possuía maçaneta. Nem maçaneta, nem campainha, nem nenhuma outra maneira de ser o acesso a entrada da casa. Havia apenas uma fênix esculpida na parede da lateral da porta. As paredes de toda a mansão aparentavam ter sido de pedras claras e reluzentes, porem, no exato momento, eram apenas acinzentadas e as pedras mais próximas a grama, já era possível ver o musgo a se alastrar no vão das mesmas. Assim que a morena notou a diferença da claridade entre as pedras das paredes externas do casarão e a pedra onde havia a fênix esculpida, pode notar que a casa estava sendo usada. So não conseguia entender como haviam burlado a segurança do feitiço presa a escultura. Somente herdeiros legítimos podiam entrar e permitir acesso ao Hall. Angel olha para o parceiro e da um meio sorriso, enquanto aproxima os lábios da fênix na parede, e ao fazer isso, fecha os olhos e sente os flashs mais uma vez invadirem sua mente. Uma criança e uma mulher estavam paradas no mesmo lugar que ela estava no momento. A mulher, muito branca, com roupas negras e maltratadas, com um belo rosto, pega a criança no colo. Ambas sorriam. A criança de cachos loiros estalava um gostoso beijo no rosto da mulher, e a mesma lhe retribuía com um sorriso. E naquele sorriso, caninos pontiagudos se mostravam inofensivos. A mulher deixa que a criança chegue a boca perto da parede lateral da casa, e a loirinha começa a cantar uma musica, muito parecida com cânticos de ninar. Instantes depois, a bela porta de madeira trabalhada vibrava e abria lentamente. Ambas entravam, a mulher ainda segurando a criança, que seriam recebidas na sala de visitas poucos corredores depois. Esta cena, Angel não tornou a ver, pois logo abriu os olhos e se viu com os lábios tão próximos como a garotinha das lembranças, e com a porta em sua frente entreaberta. A garota olha para o anjo, que sustentava um sorriso triste. Nenhum dos dois diz nada, ele apenas empurra a porta, que cede com um pouco mais de esforço dele. Ao adentrar a casa, Angel já saca a varinha, deixando-a em prontidão, iluminando o Hall a frente dos dois. Quando o anjo termina de passar, a porta se fecha com um baque seco.* Lumus.*Murmura ela para a varinha, que ascende prontamente, iluminando um raio de dez metros ao redor dos dois. Ela levanta um pouco a varinha e ambos podem observar um Hall de casa nobre, extenso, com pilastras nas laterais. Panos desprendiam no topo das pilastras e ficavam soltos ao lado das mesmas, cheios de poeira e te tristeza impregnados no tecido de cor clara. O azulejo quadrado e liso no chão sob seus pés aparentavam rachaduras em vários pontos, e muita poeira acumulada. Curiosamente, em determinados locais a poeira não era tanta, e nesses locais se formavam marcas de sapatos humanos. Eles se entreolham. Não seriam tão idiotas, acham melhor não se guiarem pelas pegadas e sim pelo faro. Num piscar de olhos o rapaz já estava em sua meia forma angelical. Seus olhos clareavam de uma forma que ficavam quase brancos, seu corpo tomava uma forma mais musculosa, e mais delicada, tornando-o mais belo que qualquer humano já visto. Seu cabelo liso tomara uma forma trançada em suas costas, e iam ate a altura da cintura. Enquanto a morena tomava uma forma mais maliciosa e luxuosa. Suas pernas ficam um pouco mais cumpridas e tomaram um formato mais adulto, uma aparência de mulher. Em seu rosto a mesma mudança, com ainda um toque angelical, com seus olhos escuros, que tomavam um tom de vinho. Mais uma vez se entreolharam, estavam prontos. Começaram a andar com passos largos e rápidos na direção em que o corredor dava. No fim deste, outros apareceram, mais portas, e mais corredores. Seguiram ao lado leste da mansão. A morena indicou uma passagem num quadro, que pedira senha e ela, corretamente, lhe respondeu. Continuaram o trajeto, e sentiam que o chão sob seus pés começava a inclinar, estavam indo para o subsolo. Ele ouve passos, e ela logo descobre de onde vem. Duelam com três bruxos mascarados, os mesmos usam apenas maldiçoes imperdoáveis e magia negra. Os anjos usam apenas feitiços simples para desviar deles e um escudo protetor apropriado para eles, pela raça. Deixam-nos desacordados e o anjo deixa uma pequena marca na testa de cada um deles, feita pela varinha da morena que ele pegara. Começam despir-se de suas roupas e pegar as das pessoas que acabaram de desmaiar. Depois de já vestidos com as roupas legras e largas, pegam suas mascaras e as colocam, conjurando um feitiço perturbador em volta do local onde estavam os três corpos. Continuaram a descer. Passavam por mais Comensais, agora de forma discreta." Como são imbecis", a morena pensa.*



"Sou pequena mas não sou pedaço. Máximo de mulher, num mínimo de espaço."